Helena Bonham Carter é capa da Vogue UK de julho

A saudosa e maravilhosa atriz Helena Bonham Carter estará na capa da Vogue UK de julho, como parte da divulgação de seu espetáculo, “The Lone Ranger”, o qual ela será uma das estrelas, além da próxima cinebiografia da vida amorosa de Elizabeth Taylor e Richard Burton, onde ela interpreta a icônica atriz britânica na companhia de Dominic West, o filme se chamará “Burton & Taylor” e está com lançamento previsto para ainda este ano. Dentre os elegantes looks que a atriz usa no ensaio estão algumas peças da nova coleção da grife Ralph Lauren.
Na edição Helena também fala sobre importantes pontos de sua carreira, como novos papéis, pesquisas para construção de personagens e como a maternidade afetou na sua carreira.

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As informações a seguir são do SnitchSkeeter.

Sobre os novos papéis:

Eu aprendi a como ser uma bela do sul, o que eu sempre quis  ser. E como ser uma piranha, o que eu também sempre quis ser.  Aprendi a disparar uma espingarda de cano duplo a partir de uma prótese de perna. É assustador como atirar com uma arma pode te dar impressão de poder, sabia? Acho que aprendi isso também…

Sobre as pesquisas para construção de personagem:

A pesquisa é o que eu vou atrás por mim mesma. Minha mãe é psicóloga e eu sou muito parecida com ela. Adoro o desafio de trabalhar um personagem. Ultimamente, eu não aceito um filme porque eu acho que ele possa se tornar um grande sucesso. Eu o faço porque acho que possa vir a aprender com o personagem o qual estou representando. Eu não sei o que, mas sei que vou aprender alguma coisa com Elizabeth. Eu sei que, de alguma forma, vou crescer como pessoa interpretando ela.

Sobre sua carreira ter se tornado menos importante desde que se tornou mãe:

Não é mais meu único objetivo, então tem menos pressão sobre isso. O que, é claro, significa que eu estou fazendo melhor. Mas agora também sinto que é menos importante pra mim se eu sou uma merda ou se sou boa. Me levo menos a sério do que costumava fazer. Eu costumava ser tão auto-critica, era doloroso. Agora eu penso, ‘Ok, eu atuei mal hoje. Amanhã vou tentar atuar melhor.’ Quero dizer, pelo amor de Deus, não é como se eu fosse uma cirurgiã ou algo assim. Realmente não importa, não é?

O editorial têm a assinatura dos fotógrafos Mert Alas e Marcus Piggott. A edição estará disponível a partir de 3 de julho.

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Essa foto não está na edição, mas é do ensaio. Foi liberada pela Vogue UK e quem levou esse bigode falso pro estúdio foi a própria Helena.

Estilo: Soft Grunge

Estilo odiado e amado por toda a internet. Foi banalizado por menininhas mal comidas de 15 anos e usado com grande estilo por milhares no lookbook.nu e no tumblr. Nasceu no tumblr em meados de 2010-2011, usado por, principalmente meninas, de todo o mundo e o estilo virou febre, foi usado como inspiração para uma coleção de Missoni em 2011 e caiu no gosto das jovens brasileiras no começo desse ano, por mais que muitas, incluindo eu mesma, já tentassem usar o estilo antes.
Algumas, como Kerti Pahk, usam o estilo de forma fofa.

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Outras, como Olivia Harrison, usam de uma forma mais “agressiva”.

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Masha Sedgwick, já usou de forma mais alegre. (Hoje já não é mais tão adepta ao estilo)

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E Kayla Hadlington usa da forma mais clássica.

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Não importa a forma como a pessoa use, o importante é ter atitude e usar alguns muitos elementos “clássicos” do estilo como caveiras, spikes, rebites, cabelo colorido, camisa xadrez, cruzes, óculos escuros redondos, óculos de grau em armação grossa, shorts e saias de cintura alta, coturnos (pretos ou coloridos), cores pastéis, camisa, jaqueta de couro, meia calça, camisetas de banda, galaxy print e afins, e é claro, saber combinar tudo isso, porque nem sempre você pode usar tudo junto e é aí que muita gente erra. Eu trouxe pra esse primeiríssimo post do blog algumas dicas de como combinar esses elementos  sem parecer uma mendiga suja.

O estilo trata de ser feminina mas com estilo e atitude, então uma coisa legal é usar um vestido colorido com coturno porque dá uma quebra legal na feminilidade do vestido e na agressividade do coturno.
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 Ou usar uma saia de cor pastel (preferencia rosa, verde, azul, lilás, amarelo ou branco) com uma jaqueta de couro e uma camiseta, é outra quebra do feminino e do agressivo.
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Muitas acham que o cabelo colorido atrapalha na hora de combinar as cores e tal, mas eu particularmente acho que eles só ajudam.
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Sweaters de tricô só ajudam em enfatizar o aspecto “adorável” do estilo, é legal usá-los com calças jeans skinny de uma cor que contraste com a cor da blusa e de preferencia lisas (sem estampa), isso se o sweater for estampado. Se ele for liso é bom usar com uma calça estampada, mas depende da calça e depende da cor, por exemplo um sweater inteiro branco fica muito bom com uma calça com estampo de caveiras, cruzes ou galaxy print, para usar outras estampas depende só da sua coragem e senso de estilo.

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A parte mais polemica é a parte que os não entendidos chamam de vulgar e que eu chamo de “a parte do estilo que valoriza o corpo da mulher”. Pra usar essa vertente do estilo você precisa ter consciência do seu corpo e saber o que você pode ou não usar, recomendo ele pra quem já tem mais de 17-18, porque você pode facilmente ser chamada de “vadia mirim” se usar ele na rua. São as blusas cortadas, os shorts MEGA curtos e as cinta-liga. Taylor Momsen, vocalista da banda The Pretty Reckless, atriz e modelo, usa essa vertente do estilo no seu dia-a-dia por mais que muitos confundam com o estilo metal.

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Espero que tenham gostado do post, qualquer duvida sobre é só comentar que eu respondo o mais rápido possível.